| Saltos |
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Depois realizada uma sondagem minuciosa ao fundo da bacia de recepção e a imprescindível avaliação dos riscos que a chamada, voo e recepção podem conter, esta experiência aéreo/subaquática pode ser muito recreativa. É pois, execução preferencial de muitos praticantes.
Técnica de salto mais usual:
O impulso deve ser feito com um só pé. O impulso com os dois pés representa um risco real de escorregar e de desequilibrarmos o tronco, ora para frente ora para trás, que pode resultar numa má recepção na água. Durante a fase aérea do salto, o corpo deve manter-se direito e os braços devem ajudar a manutenção da verticalidade do nosso corpo, recolhendo-os estendidos junto ao corpo aquando da entrada na água.
Em caso de pouca porfundidade, existem outras técnicas de salto para diminuir a profundidade que o corpo pode atingir.
São estas técnicas o salto em "L", onde o troco e as pernas assumem uma perpendicularidade. Esta é a técnica que necessita menos profundidade para saltar. No entanto, não deve ser usada em saltos superiores a 4 ou 5 metros.
A outra técnica é de pernas fletctidas, em que a recepção, deve ser feita com as pernas flectidas em saltos baixos para lagoas com pouca profundidade.
NOTA: Esta técnica NUNCA É OBRIGATÓRIA!
Manuel Costa
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