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 Alvará de Animação Turística n.º 50/ 2007  

Guias com formação na Comissão Internacional de Canyoning

Licença: nº 55 PNPG 4/2008


sócio colectivo nº 15009


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De longe, a técnica de corda mais utilizada na descida da grande maioria dos rios.
Esta técnica, necessita de pelo menos uma corda apropriada para o efeito e devidamente amarrada, com comprimento necessário para vencer o desnível em causa.
As recomendações técnicas para esta acção resumem-se aos seguintes aspectos:
  1. Depois de verificar devidamente todo o material envolvido na manobra (amarração e EPI – Equipamento de Protecção Individual), colocação da corda no descensor e o sinal de OK da pessoa  que faz a segurança na base da cascata, pode-se iniciar o rapel;
  2. As pernas devem-se manter ligeiramente afastadas e levemente flectidas para evitar desequilíbrios laterais. Devem também estar  perpendiculares à superfície de contacto com os pés, de forma a  evitar desequilíbrios ao nível do eixo vertical;
  3. Na base da cascata é sempre feita segurança ao elemento que desce através de uma técnica em que se usa a própria corda do rapel;
  4. Ambas as mãos devem estar abaixo do descensor, aumentando assim a segurança na descida. No caso de largar uma das mãos para se proteger, a outra assegura a descida. Ambas as mãos têm a função de controlar a velocidade ou travar a descida. 
 
Manuel Costa
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